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Sem contato físico: tecnologia capta a movimentação dos visitantes e propicia interação com sons e imagens impressionantes, em alta definição;  A experiência será aberta ao público respeitando protocolos das autoridades sanitárias

A busca por novas tecnologias e as conquistas científicas têm sido marcadas por escalas de proporções paradoxais. Ao mesmo tempo que o ser humano intensifica a pesquisa sobre formas diminutas – como vírus e bactérias – explora imensidões como a Lua ou Marte. Imfusion é uma instalação tecnológica que propicia uma experiência lúdica, capaz de despertar reflexões sobre a forma como interagirmos com o micro e o macro, em diferentes contextos e ambientes.

Do micro ao macro são explorados três cenários, partindo do contexto molecular, passando por uma floresta até a imensidão do universo. Em 12 minutos, os visitantes observam formas coloridas e interagem, por meio de sensores, com projeções cheias de efeitos especiais – gráficos e sonoros. A tecnologia empregada dispensa a necessidade de contato físico e a fantasia se faz por meio da aproximação.

Os sensores de movimento permitem ao visitante participar da transformação do conteúdo projetado”, contam os idealizadores da experiência Camila Nakamura e Felipe Reif. Ao todo mais de 10 pessoas entre Brasil, Chile e Estados Unidos criaram os conteúdos produzidos para o Imfusion.

Apesar de ter sido projetada antes da pandemia, a instalação já previa interação sem necessidade de contato físico, além de um trajeto com sentido único para os visitantes, impedindo o retorno ao início. “No atual contexto, essas características foram vitais para a escolha do projeto produzido pela Dellarte”, conta Steffen Dauelsberg, diretor executivo da empresa. “São medidas determinantes para o segmento de instalações interativas”, revela o diretor.

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