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Rio Jazz Orchestra

11/07 (sexta) - 19h
Palácio de Cristal

A história da Rio Jazz Orchestra remonta ao final dos anos 50. A reunião de músicos de jazz e de bossa-nova, tanto amadores quanto profissionais foi a origem da orquestra. O objetivo de Marcos Szpilman, um dos músicos amadores, era de organizar uma "big-band". A orquestra atinge um nível profissional  em 1978, quando inicia seu ciclo internacional com a participação no Festival Internacional de Jazz de Montreaux - São Paulo.

Em 1980 apresentou-se no Rio Jazz Monterrey Festival, primeiro festival internacional de jazz a realizar-se no Rio de Janeiro. Foi, então, citada na revista francesa especializada em jazz "Le Jazz Hot" como uma das melhores orquestras de jazz do mundo e participou de numerosos eventos de altíssimo nível, incluindo vários festivais de jazz: V Festival de Jazz de Brasília, Fest Itaipava, Festival de Inverno de Friburgo, Fest Jazz de Ipanema (Prefeitura do Rio de Janeiro), Fest Jazz e Blues da Universidade Estácio de Sá 2002, Fest Jazz e Blues da Universidade Estácio de Sá 2003, Festival de Jazz de Governador Valadares, Festival de Jazz e Blues de Búzios 2004, entre outros. A orquestra é freqüentemente citada em revista internacionais especializadas, como "Le Jazz Hot", "Jazz Is", "Down Beat" - nessas três com matérias - e nas "Dancing USA" e "Latin Beat" com referências elogiosas.

Possui um disco de vinil gravado nos anos 1990 e, posteriormente, CDs nos selos CID e Universidade Estácio de Sá.
A sua filosofia de trabalho consiste no uso de arranjos originais, ora cedidos por líderes das orquestras americanas - tais como Thad Jones e Oliver Nelson - ora pelos próprios arranjadores/críticos internacionais como, por exemplo, Leonard Feather, que doou vários. Em alguns casos, o próprio compositor presenteia a RIO JAZZ ORCHESTRA, citando-se entre eles pessoas da estatura de um Sammy Khan, assim como Marcos Valle e os maestros Cipó, Alberto Arantes e Célia Vaz, no âmbito nacional. A orquestra usa trabalhos de: Oliver Nelson, Quincy Jones, Thad Jones, Duke Ellington, Sammy Nestico, Don Costa, Billy May, Henry Mancini, Joe Zawinul, Toshiko Akyioshi, Jerry Dodgion, Cecil Bridgewater, Alan Broadbent, Glenn Miller, Harry James, Tommy Dorsey, Count Basie, Maynard Ferguson, Buddy Rich, Rob McConnell, Woody Herman, Frank Mantooth, etc.

Considerada pelos críticos e amantes do gênero como uma das boas orquestras de jazz em todo o mundo, consegue ser a única orquestra permanente de jazz do país. Embora seja atualmente dirigida por um dos seus membros amadores, remanescente do grupo inicial que a fundou - Marcos Szpilman - a responsabilidade com que é encarado este trabalho, aliada a uma mentalidade de renovação constante, ecletismo e evolução musical, fazem com que o objetivo de manter uma grande orquestra de jazz seja realizado, assim, como o de um movimento musical. São músicos que primam pela qualidade de seu trabalho, pela sensibilidade na execução e pelo respeito à própria música.

 

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