Durante sua carreira, o pianista húngaro dividiu o palco com músicos, regentes e orquestras do mundo inteiro e, a partir de 1990, passou também a atuar como maestro, função que vem desempenhando com excepcional talento.
Em 1999, Schiff montou sua própria orquestra de câmara, a Cappella Andrea Barca, com quem interpretou a obra de integral de concertos para piano de Mozart. O grupo, que consiste de solistas internacionais, músicos de câmara e amigos pessoais, já viajou o mundo em turnês que passaram pelas maiores salas de concerto do mundo.
András Schiff tem uma discografia prolífica que abrange a maior parte do repertório pianístico e serve como evidência de seu talento monumental.
Programa (sujeito à alteração):
Beethoven: Sonata Nº 14 em Dó sustenido menor, op 27 nº 2 e Sonata Nº 21 em Dó maior, op. 53 - “Waldstein” ou “A Aurora”.
Schumann: Sonata Nº 1 em Fá sustenido menor, op. 11 e Fantasia em Dó maior, op. 17.